Essa é a segunda vez que o presidente é passivo de acusações comprometedoras. A acusação elaborada pela Procuradoria Geral da República - PGR foi enunciado ao crime de obstrução de justiça e organização criminosa. E mais uma vez Temer conseguiu barrar a investigação, tendo se salvado de uma acusação de corrupção passiva feita pelo procurador geral da república, Rodrigo Janot em 26 de Junho deste ano e derrubada em 02 de Agosto.
Dessa vez o presidente contou com uma diferença mínima em relação à última votação para a permissão de investigação, ou não às acusações. Dos presentes deputados na Câmara foram 233 a favor da investigação de Temer e 251 contra a investigação. Entretanto, a acusação de corrupção passiva obteve 263 votos para que o presidente não fosse investigado, e 227 a favor da investigação, ou seja, 12 votos a menos, o que leva a entender que alguns deputados ainda pretendem se reeleger em 2018.
Contudo, existe uma possível preocupação dos parlamentares em relação a o apoio desmedido a idéias e ações do retrógrado presidente do país. Entendendo que os eleitores podem lembrar muito facilmente das trágicas atitudes do conjunto político, já que falta menos de um ano para políticos voltarem às portar do povo brasileiro, com falácias e estórias.
Vejam na imagem os deputados pernambucanos que não quiseram que Temer fosse investigado:


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