O requerimento partiu do Gabinete do Vereador Izinho Moura(PT).
Justificando que, a "Companhia Hidrelétrica do São Francisco - CHESF é um simbolo de desenvolvimento para os nordestinos o qual possui enorme função estratégica para nossa região, portanto um processo de privatização desse porte não seria a melhor solução em busca de recursos, sendo fundamental ponderar o custo para o consumidor, a concorrência a segurança energética. A realização da audiencia publica, com essa finalidade vai contribuir para que essa tentativa de incluir a Chesf entre as produtoras e transmissoras de energia elétrica passíveis de entrega de controle ao setor privado, não seja de fato concretizada".
Justificando que, a "Companhia Hidrelétrica do São Francisco - CHESF é um simbolo de desenvolvimento para os nordestinos o qual possui enorme função estratégica para nossa região, portanto um processo de privatização desse porte não seria a melhor solução em busca de recursos, sendo fundamental ponderar o custo para o consumidor, a concorrência a segurança energética. A realização da audiencia publica, com essa finalidade vai contribuir para que essa tentativa de incluir a Chesf entre as produtoras e transmissoras de energia elétrica passíveis de entrega de controle ao setor privado, não seja de fato concretizada".
Atualmente os brasileiros sob a gestão de um governo que não foi eleito democraticamente, o então presidente Michel Temer(PMDB), vem utilizando por meio das estruturas públicas práticas de privatização de empresas estatais, ou seja, a venda de bens públicos às transnacionais.
O
atual ministro de Minas e Energia do Brasil, Fernando Coelho Filho trabalha no
objetivo de aligeirar a venda da estatal Eletrobrás. Essa empresa é dividida em
geração, transmissão e distribuição, criada em 1962 para coordenar todas as
empresas do setor elétrico.
No
Nordeste governadores dos estados brigam para que a Chesf - Companhia Hidro
Elétrica do São Francisco não seja incluída no pacote de privatização. A proposta
dos nove governadores é que aconteça a desvinculação da Chesf do grupo
Eletrobras, transformando-a em empresa pública vinculada ao Ministério da
Integração Nacional.
Porém,
o ministro Fernando Filho disse que, com o processo de privatização, a
expectativa do governo é tornar a companhia “muito mais eficiente”, porque,
segundo o ministro, ela não vem conseguindo terminar suas obras. “Do maior
número de obras com atraso na Aneel, a Agência Nacional de Energia Elétrica, a
maior participação é da Chesf, pela falta de capacidade financeira que a
empresa tem hoje”. Demonstrando a incapacidade própria.
A
Chesf atende tradicionalmente a oito estados do Nordeste (Bahia, Sergipe,
Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí). Com a
abertura permitida pelo novo modelo do setor elétrico brasileiro, a Eletrobras
Chesf tem contratos de venda de energia em todos os submercados do Sistema
Interligado Nacional (SIN).
Historicamente
o Brasil tem sido um ambiente de exploração estrangeira. Desde a época de seu “achamento”
diversos países extraem as principais riquezas desta terra, sem medir conseqüências.
Foi assim, na extração de madeiras, no minério, nas terras e na exploração da
força de trabalho.
Com
a implantação do neoliberalismo na década de 1990 governantes como Fernando
Henrique Cardoso, passou a vender empresas do Brasil para empresas
estrangeiras, sendo uma das maiores privatizações já vista na história, usando
como justificativa a incapacidade administrativa do Governo. Foram 80 empresas
brasileiras vendidas pelo governo de FHC, entre elas a Vale do Rio Doce e a
Telebrás.
Com
as vendas das estatais o governo angariou recursos aos cofres públicos, e por
outro lado gerou um dos maiores índices de desemprego da história. Porque as
empresas que compraram passaram a terceirizar os serviços com o intuito de
diminuir gastos.
Geralmente
privatizar é uma atitude rotineira de governos de direita, que visam beneficiar
grandes empresas transnacionais, que por sua vez arrancam o lucro dos cofres
que antes eram públicos, para um pequeno grupo capitalista.

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